Meus Animais de estimação
domingo, 25 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Caracois Maça pink
pomacea bridgesii rosa
Exelente comedor de algas
Com belas antenas
Quanto adultos são grandes e lindoss!
Eu adoro meu caracois!
Tenho 2 rosas e 1 marfin
Fotos retirada do forum aquariofilia.net
terça-feira, 5 de abril de 2011
Dirofilariose
Dirofilariose Dirofilariose é uma doença provocada pelo parasita Dirofilaria immitis, que pode afectar o cão e o gato. O parasita é transmitido por mosquitos. Em Portugal é frequente na região da Grande Lisboa, Algarve e Região Centro, nomeadamente nos Distritos de Aveiro e Coimbra.Estes parasitas são vermes longos que podem atingir os 30 cm de comprimento, e encontram-se alojados no ventrículo direito e artérias pulmonares (vasos sanguíneos que transportam o sangue do ventrículo direito até aos pulmões). No Homem a infecção é rara, e quando acontece, os sintomas são mínimos. Podem ocorrer infestações cutâneas e por vezes lesões nos pulmões.
SINTOMAS Os sintomas são devidos à presença dos parasitas adultos no coração e artérias pulmonares. As artérias pulmonares tornam-se mais espessadas, inflamadas e perdem a sua capacidade de distensão, o que provoca um aumento do “trabalho” do coração para fazer o sangue passar através desses vasos. Podem também afectar os pulmões, os rins, o fígado e as células sanguíneas. A gravidade dos sintomas depende de uma série de factores, tais como o número de parasitas, a duração da infecção, a capacidade de resposta do sistema imunitário do animal e a intensidade do exercício físico a que o animal está sujeito. As infestações moderadas podem não provocar sintomas. Os sintomas mais frequentes são: tosse, perda de peso, dificuldades respiratórias, menor resistência ao exercício e outros sintomas de insuficiência cardíaca (acumulação de líquido na cavidade abdominal, perda de peso,…) No gato, as infestações por este parasita são menos frequentes do que no cão, no entanto os sintomas, quando presentes, são geralmente mais graves. DIAGNÓSTICO O diagnóstico é mais simples no cão do que no gato. É realizado através de uma análise de sangue, que é depois observado ao microscópio e através de um Kit rápido (que detecta proteínas que são libertadas pelas fêmeas adultas do parasita). Nos animais infectados, deve-se fazer uma análise de sangue mais completa, raio X torácico e ecocardiografia.
TRATAMENTO O tratamento consiste em 2 etapas distintas: primeiro faz-se a eliminação dos parasitas adultos, e numa segunda fase procede-se à eliminação das larvas circulantes. No caso de o seu animal se encontrar infectado por este parasita, o seu veterinário assistente dar-lhe-á informações mais detalhadas.
PREVENÇÃO Antes de se iniciar o tratamento preventivo, é fundamental fazer os testes de despiste da doença. Se os resultados destes testes forem negativos, então pode-se iniciar o tratamento preventivo, que é feito através da administração mensal de 1 comprimido ou através da aplicação mensal de um medicamento sob a forma de spot on. A administração mensal destes medicamentos deve ser seguida de forma muito rigorosa (administração do medicamento sempre no mesmo dia do mês), uma vez que qualquer esquecimento poderá originar a infecção do seu animal. Deve-se ter em atenção de que os mosquitos estão mais activos durante os meses de calor (principalmente durante a Primavera e Verão); e ao fim da tarde. De qualquer maneira, os animais que habitem em áreas próximas de águas paradas (como por exemplo a Pateira de Fermentelos) podem ser infectados durante todo o ano, pelo que se recomenda a realização do tratamento preventivo durante os 12 meses do ano. Recomenda-se também que os animais sejam recolhidos durante as últimas horas da tarde, altura em que os mosquitos estão mais activos, e portanto o risco de infecção é maior. Mesmo que o tratamento preventivo seja correctamente cumprido, é recomendada a realização de testes de despiste de 2 em 2 anos.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Porquinhos da india

Apesar do seu nome, a origem desta espécie está na América do Sul, onde um parente selvagem do nosso porquinho doméstico, pode ser ainda hoje encontrado,nas regiões do Noroeste e Sudeste deste continente, tendo sido domesticados pelos Incas, muito antes dos primeiros europeus terem por lá aportado.Como animal de estimação, o Porquinho da Índia tem vindo a ser promovido, nos últimos anos, a um patamar muito interessante.Introduzido na Europa pelos Espanhois no século XVI, os porquinhos rapidamente se popularizaram e começaram a ser criados em vários países europeus no século XVIII. Nos primórdios do século XIX foram organizadas asprimeiras Exposições de várias raças em Inglaterra, julgadas por um Standard de Raças. Hoje em dia existem muitos criadores e fãs de porquinhos por todo o mundo.Em Portugal, ainda há poucos anos, os Porquinhos da Índia eram considerados apenas como petisco culinário em algumas regiões do país, mas o interesse por eles como animal de companhia está a crescer rápidamente, existindo já alguns criadores portugueses que fazem criação das mais diferentes raças e que têm interesse em mostrá-las.O carácter carinhoso e o seu ar de mascote, levou a que fosse cada vez mais acarinhado e faz dele um caso desucesso como animal de companhia.Manter um Porquinho da Índia é relativamente fácil, não precisa de uma gaiola muito grande (no mínimo 40x60cm,mas quanto maior, melhor!), não é ruidoso e não tem cheiro intenso.Os Porquinhos são animais sociais que nunca devem estar sozinhos. O melhor é ter um par do mesmo sexo junto,dado que os porquinhos, como todos os roedores, têm grandes ninhadas num curto espaço de tempo.Devem ainda ter a possibilidade de fazer exercício diário fora das gaiolas, de maneira a manterem a forma.As gaiolas devem ser limpas com muita frequência de modo a evitar cheiros.A cama deve ser feita com aparas de madeira ou outro material próprio que se pode encontrar nas lojas de animais.Deve estar sempre disponivel água em bebedouro próprio, com esfera rotativa.A alimentação deve ser feita à base de feno e de ração própria para Porquinhos da Índia enriquecida com Vitamina C.Diariamente devem ser oferecidos frutas e vegetais frescos (ver tópico alimentação).Os Porquinhos da Índia mais comuns são tricolores de pêlo curto, mas existe uma grande variedade de raças e cores (ver tópico raças).Em adulto, o seu tamanho pode atingir os 25 cm e o seu peso entre 750 e mais de 1kg.A sua esperança de vida varia entre os 5 e os 8 anos.
Coelhos

Nome científico: Orictolagus cuniculus
Como animal de companhiaO Coelho Anão, é um excelente animal de companhia.Não faz barulho, o seu pêlo não ganha cheiros e o seu custo é bastante baixo.Para além disso, são, regra geral, mansos e carinhosos com os donos e estabelecem laços de cumplicidade importante com as crianças.O Coelho Anão é, por norma, um animal já muito cruzado. É possível encontrá-los com as orelhas erectas ou caídas, com o pêlo curto ou comprido, maiores ou mais pequenos, e numa enorme variedade de cores, que vão dos brancos com olhos vermelhos ao preto, passando pelos brancos malhados. Os Coelhos Anões têm ainda a vantagem de não necessitar de uma gaiola muito grande, desde que regularmente o solte no chão da casa para poder exercitar os músculos das pernas.Quando os soltar, mantenha-se sempre atento! O coelho é um roedor, e adora fios eléctricos e de telefone, e se houver um pé de um móvel por perto, também tentará roê-lo.Um dos pormenores a observar nos coelhos é o sono. Os coelhos adormecem de repente, caindo para o lado, pelo que acontece frequentemente os donos, das primeiras vezes que observam o «fenómeno», julgarem que lhes aconteceu alguma coisa. Não é motivo para que fique preocupado, o seu coelho está só a dormir uma sesta.As acomodações dos coelhos devem ser arejadas e espaçosas, podendo a cama ser feita com feno ou tecido apropriado.Os coelhos fazem as necessidades sempre no mesmo local, no sítio que ele escolheu. Pode colocar-lhe nesse local areão dos gatos, já que este é bastante absorvente para líquidos e alguns absorvem os cheiros, o que neste caso também é importante, já que a urina dos coelhos tem um cheiro intenso.Mude com frequência o areão ou o feno onde o coelho faz as necessidades.AlimentaçãoA alimentação destes roedores deve ser feita à base de alfafa, aveia e feno. No entanto, encontra com facilidade misturas apropriadas com todos os nutrientes necessários, nas lojas de animais.Os legumes frescos podem ser dados, desde que em pequenas quantidades, pois uma alimentação demasiado rica em legumes vai provocar perturbações intestinais no seu coelho.A água deve ser fornecida em bebedouros com esfera rotativa, para que o coelho não ponha as patas dentro de nenhum recipiente.ReproduçãoOs coelhos reproduzem-se com grade facilidade, e as fêmeas quando têm crias tornam-se agressivas.LongevidadeUm animal destes pode viver cerca de oito anos
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